sábado, 15 de agosto de 2015

BAR NA RUA VIKTORIA, COPENHANGEN, DINAMARCA

As duas primeiras fotos são do interior de um bar conceitual da 'grande" microcervejaria dinamarquesa MIKKELER. Lá eu provei duas cervas ligeiramente azedas estilo SOUR ALE: a spontancassis e a rosehips. Muito boas e a spontancassis parece espumante. A terceira foto mostra a entrada da rua VIKTORIA que dá acesso ao bar. A quarta foto mostra os preços do bar do hotel que eu fiquei o Rådisson BLU, os preços estão em coroas dinamarquesas que valem metade do real (assim o preço de uma garrafa de água custa 19 reais). Nos mercadinhos tipo 7eleven, o preço é mais barato, uma vez que cada garrafinha de 500ml sai por 10 reais (economia de nove contos hehehe) PUTA PAÍS RICO DA PORRA!!!!HAIL DENMARK!!

Viagem aos países nórdicos (DINAMARCA) e fotos

Finalmente achei um tempo na minha doce e extenuante rotina das atividades de perito criminal (que de rotina não tem nada, é como estar com uma mulher diferente por dia) para descarregar algumas fotos da viagem à Escandinávia. Eu nunca vi tanta mulher loira de olho azul e pele alvíssima por metro quadrado. Conversei com duas meninas lá em Copenhague e uma em Oslo. Gostei tanto das dinamarquesas que estou pensando em ir de novo já no mês de março de 2016 (no finzinho do inverno deles). A primeira foto mostra um prédio típico de Copenhague, tem em todos os cantos. A segunda mostra a plaquinha da rua HANS CHRISTIAN ANDERSEN (famoso escritor dinamarquês) e a quarta foto mostra um jardim também muito comum por lá.

terça-feira, 21 de julho de 2015

PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE?

Voltei de viagem às três capitais nórdicas e comecei a pensar por que esta merda aqui chamada BRASÍLIA tem título de patrimônio da humanidade. Grande merda, grande bosta. Só por causa do mapa em formato de avião ou aquelas porcarias de prédios em forma caixote?? Se for pra dar título de patrimônio da humanidade teria que ser dado para COPENHAGUE, ESTOCOLMO ou OSLO. Estas sim, representam o quão próximo da perfeição uma sociedade pode chegar. E aqueles cretinos (veja correio braziliense) que tem a audácia de chamar aquela merda do Lago Sul de A NORUEGA CANDANGA? IDIOTAS E CRETINOS que só pensam assim porque nunca pisaram os pés na EUROPA DO NORTE. Diferente de lá, cá o que existe é só corrupto e filho(a) da puta. HAIL COPENHAGUE!!!!

domingo, 28 de junho de 2015

HANSSENS EXPERIMENTAL ARTISANAAL FRAMBOISE

Escrevo mais sobre esta danada em outro momento. Ela é azeda. Lambik tradicional com azedume de primeira grandeza. Até descobri uma técnica para fazê-la mais palatável (abrir ela e deixar perder a carbonatação) e sentir o sutil amargor do retrogosto. Não se enganem com aparência rosada dela e delicada. SHE IS DEVIL.

cervejas inéditas 3

Duas cervejas leves e muito decentes. A EISENBAHN SAISON brasileira de frutas vermelhas e pimenta branca na composição. Boa representante do estilo temperado, nota-se o sabor leve da pimenta no retrogosto. A outra é uma escocesa que é envelhecida em carvalho, mas não tem aquele gosto característico amadeirado. É sutil, leve e muito saborosa. Coloração arruivada. E da INNIS & GUNN SCOTTISH CRAFT BEER. No rótulo ela traz os dizeres que tem sabor de baunilha e toffee.

cervejas inéditas 2

Outras duas cervejas mais amargas. A old rasputin que é uma célebre representante do estilo russian imperial stout que eu sou apaixonado e uma e trigo alemã mas com boa adição de lúpulo ( e maior amargor).

Cervejas inéditas 1

Vou fazer uma breve descrição de algumas cervejas inéditas que eu experimentei e que por falta de tempo não pude colocar nos registros. A HENDRIK STRAEFFE tem 11% de álcool e é espetacular, licorosa, com nuances de figo, chocolate, ameixas. A GORDON FINEST SCOTCH HIGHLAND ALE tem 8,8% de álcool e é da familia da GORDON que são excepcionalmente boas. Ela é mais leve e menos encorpada que a GORDON XMAS. Segue uns comentários delas de outros ale-geeks:HENDRIK STRAFFE QUAD Liquid: lovely, deep-dark, crimson red liquid, clear, with a loose, smog-stain light brown head that does not stay around long... the head does pour tall and actually some chunky lace here and there Smell: cherry cough drop with maybe a hint of mocha... raspberry jam?... the alcohol is present, though more of its essence, coming over top the over aromas... mild red vinous (raisin) notes... flowers, sugar, booze Taste: up front, a light-medium acidic sizzle that hangs on the palate long after each sip... definitely get the character of the conditioning yeast, hint of funk... nice little pop of sweet-fruity booze and a hint of coffee in the finish... undeniable malt and melanoidin-rich backbone with a slight but notable dark roast overtone... chocolaty burps Finish: light but tight body, some spritzy sizzle... blanket-soft, weightless finish... somewhat glassy and quiet flow... altogether wonderfully dry and peaceful Overview: tell ya what - this is good, but there are more complex and interesting quads around (La Trappe, Abt 12, and on occasion Roche 10)... the flavors are a little "darker" than in what I would consider a quintessential quad... I've got the Heritage oak-aged version waiting in the wings - looking forward to that... anticipating an even-smoother, "better" model of this already nice beer