terça-feira, 29 de novembro de 2011

Cerveja de estilo obscuro 4: LAMBIC

Aparentemente este deveria ser o estilo obscuro 3, mas por alguma razão escrevi o estilo 3 antes do estilo 2 e agora não vou mudar este caos criado.

Este estilo é muito diferente dos dois LAGER & ALE. Se bem que a fermentação deixa produto parecido com o das ALES. A diferença para este estilo está no que se chama de fermentação espontânea ( ou seja não é nem top nem bottom-fermented . O mosto é deixado em caves cheias de teias de aranhas onde tem fungos naturalmente no ar que vai fermentando ao longo do tempo. O estilo só é encontrado na Belgica.

Após o início da fermentação, se adiciona frutos inteiros como pêssego, cereja, framboesas ou cassis.

O teor alcoolico é baixíssimo e tendem, caso não sejam feitas com qualidade, a parecer com xaropes ou cidras.

A única que eu já bebi se chamava BELLE VUE feita com cereja (kriek) e não era boa. Existem outras, como as CANTILLON que dizem ser sensacionais.

Talvez em janeiro 2010 no meu " fødselsdag " vou experimentar uma de framboesa -a Liefemans Frambozen.

Cerveja de estilo obscuro 2: kvass

Este estilo é de alta fermentação e é muito comum nos países eslavos - especialmente a Rússia, Ucrânia. A palavra kvass significa fermento e o processo de produção lembra um pouco outro estilo obscuro que eu já escrevi, estilo finlandês Sahti, pois se usa técnicas que se usava no século XVI.

A cerveja ale KVASS pode ser feita com centeio, cevada ou trigo e a levedura pode ser o simples fermento de padeiro ou mesmo pedaços de pão de centeio preto. Algo que chama atenção é que se usa frutos suculentos no processos e ervas para diminuir a "amargura".

Nunca bebi, cervejas deste estilo contudo, pelo teor alcoolico delas - 0,5 a 2,5 % - não sei se eu gostaria; estou acostumado com cervejas de 7 % ABV até 12% ( este último foi meu melhor número ).

Todavia, quando mencionei século XVI me lembrei do livro de Tolstoi que eu lera chamado Ivan, o Terrível ou a Rússia do século XVI.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Banda de Viking Black Metal Norueguesa

Yggdrasil é a árvore que de acordo com os nórdicos é o eixo do mundo, a árvore era gigantesca em seu tronco se dividiam os nove mundos e as raízes era onde se encontrava Niflhein (o reino do gelo e das névoas) muitos pensam que Niflhein é o inferno, mas na verdade Helgardh que se localiza em Niflhein que é o inferno.
A árvore de Yggdrasil tem propriedades místicas, suas folhas são capazes de trazer os mortos de volta a vida e seus frutos são capazes de curar qualquer doença.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11/11/11

Números, apenas números. Fariam sentido se fossem aliados a algum tipo de distribuição como a boa e velha distribuição de Poisson ou aquela criada por Gosset para otimizar os procedimentos da cervejaria de ST. JAMES' GATES, a Guinness ( me refiro a t-student). Fora isto, os números acima não passam de mera coincidência "numérica" e só fazem sentido para astrólogos (charlatões).

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Café esfria com o tempo

O café pelando duma xícara se esfria com o passar do tempo. Tem aquela ideia de que o calor é um fluido que se dissipa para o meio a medida que o tempo se esvai.
Tudo é muito simples de se entender; se considerarmos a termodinâmica, entropia e alguns conceitos de Clausius fica fácil.
O café quente tem no interior moléculas variadas em diferentes modos -vibração, rotação, precessão- definidas por valores de energia conhecidos e discretos. Assim temos um copo, aberto, e de limitado espaço com moléculas vibrando. Mas Clausius enunciou que dS >0 e entropia tende a crescer sempre (prop. de aumento). Como o copo é aberto, e ao seu redor temos um numero absurdamente grande de moléculas de gases como oxigênio, nitrogênio, gás carbônico ou atomos de argônio entre outros, a PROBABILIDADE de o calor agitar estas infinitas moléculas e "retirar o calor daquelas moléculas de substâncias originalmente no liqüido quente tende a ser cada vez maior" e como o universo ou pelo menos nossa atmosfera é infinitamente maior que um copo de café quente, o calor vai embora ,deixando a xicara fria - uma vez que é mais provável o calor espalhar por local onde o espaço disponível e número de moléculas - é maior e conseqüentemente não percebemos que as vizinhancas se aqueceram porque elas são tão gigantescas que porção de calor que sai é irrelevante para aquecer grandes volumes de gases do ar.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Up to the IRONS?

A banda tem um estilo bem característico, o chamado ritmo galopante, o fato de suas letras não fazer referências a drogas, vadias e sim a elementos históricos, coisas medievais, guerras. É um estilo dos caras.

Na letra de RUN TO THE HILLS considerada um clássico do heavy metal tem um elemento que não é muito bom para o estilo. Na letra se fala do ponto de vista dos dois lados em combate e, caso esteja correto o raciocínio que se tira ao ouvi-la fica claro que, pela letra de Harris, se defende o lado dos índios contra o chamado "white man", pois uma ideia diferente desta faria todos apoiarem o estupro, por exemplo.

Bem o heavy não toma defesa de lado fraco ou forte, pois para nós isto não importa e o que se tem que fazer é não falar deste assunto, já que isto implicaria em fazer defesa de, sei lá, luta de classe (grande besteira!). Assim, movimentos como o "punk" ficam defendendo estas coisas de oprimidos e opressores; o metal -que não é movimento- não faz isto.

Caso a letra contenha, de fato, o significado trazido acima, Run to the hills, do ponto de vista da letra, não é algo legal!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Jornal Keskisuomalainen


Pimeys tuli, muistitko tämän?